Iluminação: guia completo para sua casa ou projeto

Iluminação: guia completo para sua casa ou projeto

Compartilhe o artigo via:

A luz que nos rodeia é poderosa: é capaz de gerar sensações como atenção ou relaxamento, de evidenciar objetos e esconder outros. Em um projeto de decoração, a iluminação pode proporcionar o bem-estar e servir à funcionalidade de um ambiente.

Mas, para isso, é necessário entender como manejá-la: saber quais são os tipos de lâmpadas e de luminárias indicadas para cada uso, as temperaturas de cor possíveis e, principalmente, para qual propósito esses elementos servirão em cada ambiente da casa. 

Quer conhecer melhor essas características? Confira este guia completo, feito para tornar seu projeto de iluminação ainda melhor!

Qual a importância de um projeto de iluminação bem estruturado? 

A iluminação é mais importante no projeto de decoração do que a maioria das pessoas acredita. Ela afeta os sentimentos e até comportamentos em determinados espaços.

Tanto a luz natural quanto a artificial podem ajudar a criar um clima de aconchego ou concentração, destacar pontos e objetos da casa, ou ainda separar ambientes em uma mesma área.

Nesse sentido, um bom projeto de iluminação é, antes de tudo, funcional. Nele, a luz deve cumprir os objetivos de determinado espaço, sejam eles para destacar algum objeto ou criar um espaço de leitura, por exemplo.

Por isso, em espaços empresariais, a iluminação deve contribuir para tornar as pessoas mais produtivas e focadas. Nas residências, cada ambiente tem sua especificidade. Enquanto a cozinha precisa ser mais funcional, o quarto é um local de descanso, e pede mais conforto e intimismo.

Essas sensações podem –e devem– ser transmitidas com um projeto de iluminação bem trabalhado. Para isso, é necessário considerar o tipo de luminária que melhor atende às suas necessidades, além da temperatura de cor da lâmpada que mais faça sentido ao seu projeto e outros fatores descritos a seguir.

Qual o melhor tipo de lâmpada?

A escolha da lâmpada pode fazer toda a diferença no bem-estar e funcionalidade do ambiente. Conheça as mais recomendadas para o seu projeto:

Lâmpada incandescente

Esse é o tipo de lâmpada mais antigo, aquele que possui um filamento em um bulbo de vidro e que produz uma luz amarelada e difusa.

Apesar de largamente conhecido, sua fabricação e importação foram encerradas no Brasil desde 2014 e, desde então, a busca pelas lâmpadas de LED aumentou consideravelmente.

Isso porque as lâmpadas incandescentes possuem um alto consumo de energia e uma baixa eficiência. Sua vida útil é extremamente baixa, de cerca de 750 horas, o que torna esse tipo de lâmpada pouco econômico e nada sustentável.

Lâmpada fluorescente 

A lâmpada fluorescente é formada por um tubo de vidro coberto com material à base de fósforo e gases inertes e funciona como um reator. A luz produzida por ela é considerada fria, com temperatura de cor mais alta.

Seu consumo é baixo e sua eficiência é boa, especialmente se comparada com a lâmpada incandescente: a vida útil da lâmpada fluorescente pode variar entre 3 mil e 20 mil horas.

O problema desse tipo de lâmpada está no seu descarte, já que os gases presentes em seu interior são extremamente tóxicos às pessoas e ao meio ambiente.

Lâmpada LED 

A lâmpada LED é, sem dúvidas, a mais econômica. Ela funciona a partir de um diodo que emite luz quando polarizado diretamente. 

Esse tipo de lâmpada possui baixo consumo, boa eficiência luminosa e uma vida útil que pode chegar a 40 mil horas.

Além disso, não contém gases poluentes e possui um aproveitamento reciclável de até 98% de sua composição.

Para quem deseja um design mais retrô, alguns modelos de lâmpada LED imitam ainda as tão famosas lâmpadas incandescentes. 

Lâmpada halógena 

Semelhante à lâmpada incandescente, a halógena também é composta por um filamento em um bulbo de vidro ou quartzo. A diferença é que ela possui um gás interno, que a faz produzir mais brilho.

Possui alto consumo, alta eficiência luminosa e vida útil de cerca de 2 mil horas, bastante superior à incandescente e inferior à de LED. Geralmente, é utilizada na iluminação residencial decorativa, já que traz um ar mais rústico ao ambiente.

Qual o modelo de lâmpada mais adequado? 

Potente, econômico ou moderno? Cada modelo de lâmpada confere características únicas. Veja a seguir os principais!

Bulbo

A clássica lâmpada redonda. Uma das mais populares, a lâmpada bulbo é versátil e pode ser utilizada em diversos modelos de luminárias.

O uso mais comum da lâmpada bulbo é em ambientes internos, principalmente em luminárias de teto, de mesa e abajures.

Normalmente associada ao tipo incandescente, também é possível encontrar esse modelo em LED.

Lâmpada AR 

Esse tipo de lâmpada proporciona um facho de luz concentrado, o que diminui o ofuscamento. Ela também não esquenta e nem emite radiação ultravioleta.

Por isso, é bastante utilizada em luminárias de teto ou spots, principalmente para decoração ou destaque de objetos.

Lâmpada dicroica 

É uma das mais utilizadas, já que não gera tanto calor e, assim, não prejudica os objetos que estão no ambiente.

O modelo convencional, com refletores, filtra os raios ultravioleta e infravermelhos, protegendo possíveis objetos sensíveis à luz e ao calor, como pinturas e obras de arte.

Lâmpada PAR 

A lâmpada PAR pode ser aplicada em quase todos os ambientes, e é bastante utilizada nas iluminações de destaque mais sofisticadas.

Esse modelo de lâmpada emite raios de luz que refletem o brilho de maneira uniforme, o que a torna ideal para ambientes com fluxos luminosos pontuais, como lojas, hotéis, restaurantes e supermercados.

Lâmpada de filamento 

Normalmente associada ao tipo incandescente, a lâmpada de filamento também está presente hoje em LED. Além de conferir um design retrô ao ambiente, esse modelo oferece uma durabilidade maior e emite mais luz com menos energia.

Outro diferencial é que o LED não emite raios infravermelhos ou ultravioleta. Portanto, evita que objetos decorativos desbotem ao longo do tempo.

Fita de LED 

Fabricada em formato de fita flexível, a fita de LED possui uma luz suave e indireta,  que favorece o seu uso para realçar pontos da decoração.

Por isso, é muito utilizada em residências, para criar profundidade atrás de espelhos e realçar prateleiras e armários.

Alguns modelos ainda possuem tecnologia inteligente, que permite a utilização de um controle remoto. 

Sala de estar decorada, com sofá amplo, plafon Accord e painel de TV destacado com fitas de LED.
Arquiteta Rachael Leal/ Foto: Raquel Campanate

Lâmpada Halopin 

Conhecidas também como “bipinos”, esse tipo de lâmpada possui dois pinos na parte traseira. É necessário apenas conectá-los para começar a funcionar.

Apesar de pequenas e discretas, sua emissão de luz em 360º permite que a iluminação alcance uma área maior com uma menor quantidade de lâmpadas

Combinada com a sua resistência a mudanças de temperatura e eventos climáticos como a chuva, essa característica as torna ideais para áreas externas, como jardins e fachadas.

Lâmpada tubular

Com um alto fluxo luminoso e um formato comprido, a lâmpada tubular garante uma iluminação mais ampla.

Ela consegue proporcionar a mesma quantidade de luz que diversas lâmpadas menores, o que pode gerar uma redução de até 60% no consumo de energia.

Justamente pelo seu tamanho e sua eficiência, é bastante utilizada em áreas comerciais, indústrias e ambientes corporativos, espaços mais amplos que demandam uma maior quantidade de luz.

Lâmpada RGB 

RGB designa, em inglês, as cores red (vermelho), green (verde) e blue (azul). Essa lâmpada possui, portanto, três LEDs encapsulados, um em cada uma dessas cores. Misturando-as, é possível criar qualquer cor do espectro visível

Costumam vir com um dispositivo que permite controlar as cores, intensidade e efeitos.

Seu uso é bastante associado à iluminação decorativa, especialmente em festas. Também é utilizada na iluminação noturna de piscinas e até em árvores de Natal.

Lâmpada SMART 

Conectadas a redes Wi-Fi, as lâmpadas SMART permitem às pessoas controlar funções como ligar e desligar, além de realizar mudança de cores, temperatura e até luminosidade. Tudo isso é feito por dispositivos à distância, como um aplicativo no celular ou tablet. 

Assim, é possível apagar as luzes esquecidas acesas em casa mesmo se você já estiver a caminho do trabalho, por exemplo.

Banner Modelos de lâmpadas

Qual o tipo de luminária ideal para cada necessidade e situação?

De teto, de chão, embutida ou de sobrepor: há diversos tipos de luminária disponíveis no mercado. Entenda qual é o mais adequado para o seu projeto!

Luminária de teto 

Esse tipo de luminária, que fornece uma iluminação originada na parte de cima do ambiente, pode servir para muitas funções.

Com seu uso, é possível delimitar áreas em um mesmo local, destacar objetos ou espaços, e criar sensações de aconchego ou de foco.

Quando penduradas no teto a uma altura em que se possa notar, são chamadas de pendentes. O lustre, por exemplo, é um tipo de pendente.

As luminárias de teto podem ser também plafons (embutidos ou sobrepostos), pendentes ou spots.

Sala de Jantar decorada em conceito aberto, e pendentes da Accord em destaque acima da mesa de madeira.
Arq. Andressa Vargas/ Foto: Samuel Izaias Alves

Luminária de chão 

A luminária de chão é conhecida também como coluna. Esse tipo de luminária possui praticidade, já que não requer uma mesa ou outro tipo de móvel de apoio. Isso facilita para ser transportada pela casa sem maiores dificuldades.

A coluna pode conferir sofisticação, conforto e intimismo ao ambiente, como acontece com o modelo Fuchsia, da Accord. 

Luminária de mesa 

A luminária de mesa pode servir para diferentes propósitos. Há muita diferença, afinal, entre um abajur utilizado para leitura ao final de um longo dia ou de uma luminária utilizada na hora dos estudos. 

Quando emite um foco de luz direcionado, a luminária de mesa auxilia nas atividades que exigem concentração, como estudo ou trabalho. Nesse caso, lâmpadas com temperatura de luz fria são as ideais.

Por outro lado, se o objetivo é relaxar após um longo e cansativo dia, o abajur com luz difusa ou indireta é a melhor opção. A lâmpada mais recomendada é a que possui temperatura de luz quente, já que a sensação transmitida é de aconchego e conforto aos olhos.

Plafon de sobrepor 

O plafon de sobrepor possui o corpo majoritariamente abaixo da linha do teto, em vez de embutido no forro. 

Com esse tipo de luminária é possível valorizar a sua forma, já que ela fica evidente, abaixo da estrutura do teto. Assim, designs e formatos únicos podem se destacar na decoração.

Plafon de embutir 

Outra forma de utilizar o plafon é de maneira embutida. A luminária de embutir é especialmente interessante para quem planeja um ambiente mais minimalista, já que a estrutura da luminária não aparece na decoração.

Para instalar essa luminária, é preciso fazer um recorte em um forro feito em material que permita essa interferência, como o gesso, e posicionar o plafon alinhado com a superfície do teto. Por isso, o objeto chama menos atenção e a luz ganha todo o destaque. 

Trilhos e spots 

Um spot é uma pequena luminária com luz direcionável, utilizada para destacar determinados pontos de um ambiente, por exemplo.

Com a opção de instalá-lo sozinho ou em trilhos, você pode utilizá-lo para dar foco a apenas um objeto presente no ambiente, ou ainda a diversos pontos em uma mesma área. 

Pendentes 

As luminárias pendentes são aquelas que ficam afastadas do teto, suspensas e penduradas, como o lustre, por exemplo.  

Nas salas de estar e de jantar em conceito aberto, as luminárias pendentes podem servir para delimitar a área da refeição do restante do espaço.

É importante considerar, no entanto, que esse tipo de luminária recebe mais destaque em um espaço. Por isso, é necessário um cuidado maior para que o objeto esteja em harmonia com o restante do ambiente.

Na sala de jantar, seu posicionamento bem acima da mesa cria um foco de luz nesse móvel. Um pendente com design orgânico pode conferir mais fluidez e sofisticação ao espaço de refeição, como a luminária Canoa

Sala de jantar com pendente horizontal da Accord acima da mesa de madeira.
Studyo 300 Arquitetura/ Foto: Guilherme Jordani

Abajur 

Perfeito para momentos de prazer e relaxamento, o abajur possui uma luz difusa, que proporciona conforto visual. Isso torna o objeto uma boa escolha para a iluminação da sala de estar ou do quarto.

Para ambientes de estudo ou trabalho, que requerem maior concentração, o ideal é optar por uma luminária com luz direta, que colaboram para a criação desse tipo de ambiente.

Sala de estar decorada com poltronas de couro, mesa de centro com itens decorativos e mesa lateral com abajur Accord.
Arq. Fernando Piffer/ Foto: Ana Paula Zago

Balizador 

O balizador é um spot de iluminação com o objetivo de indicar um caminho ou uma passarela.

É muito utilizado em ambientes externos, como na piscina, no jardim ou na garagem. No entanto, também pode estar presente no interior da casa, em um corredor ou em um lance de escada, por exemplo.

Arandela 

A iluminação de um ambiente não precisa estar localizada apenas em uma luminária central e, nesse sentido, a arandela funciona muito bem. 

Encontrada nos mais diversos designs, formatos e cores, ela fica pendurada na parede e tem o objetivo de atuar como uma iluminação complementar, que pode funcionar como apoio ou fundo a outros pontos de luz.

Afinal, a arandela serve como uma bela opção de luminária para compor a decoração do ambiente. Com uma luz difusa e suave, traz uma sensação de conforto e elegância.

Tipos de iluminação para um projeto

Iluminação direta, indireta, difusa ou de destaque? Entenda as principais diferenças entre elas e como isso pode influenciar no seu projeto!

Iluminação direta 

Caso o objetivo seja proporcionar um local de maior foco, apostar na iluminação direta pode ser a solução.

Direcionada diretamente para o ambiente, ela chama a atenção dos olhos, e pode destacar espaços da casa, com o uso de spots ou pendentes.

Na decoração residencial, estão presentes em áreas em que se realizam tarefas com mais atenção a detalhes. 

Pode ser na cozinha, onde é necessário enxergar os alimentos, em escritórios onde se lê muito, ou até em espaços de beleza e cuidados, como o banheiro.

Iluminação indireta 

Na iluminação indireta, a luz é direcionada a uma superfície para depois ser refletida de maneira uniforme pelo ambiente, o que a torna mais suave e confortável visualmente.

Em um ambiente, proporciona a sensação de conforto e de um espaço mais intimista, em que é agradável permanecer por mais tempo.

Por esse motivo, é indicada para locais de longa permanência, como a sala de estar e o quarto. Para implementar esse tipo de iluminação, é possível utilizar plafons, spots, arandelas ou fitas de LED.

Quarto com lençóis, cortina e móveis brancos e plafon da Accord.
Arq. Carolina Longo Oltramari/ Foto: Lucas Valencio

Iluminação difusa 

Se você deseja criar uma iluminação com menos sombra, mais uniforme e mais agradável visualmente, utilize luminárias que proporcionem uma iluminação difusa.

A iluminação difusa pode ter como fonte as luminárias embutidas, lustres, plafons, abajures ou até arandelas, dependendo do modelo escolhido.

O segredo aqui está em um filtro presente na luminária, geralmente de vidro ou acrílico. Ele serve para bloquear parte da luz e produzir o efeito da iluminação difusa. 

Iluminação destaque 

Esse tipo de iluminação pode ser a melhor opção para dar destaque àquele quadro pendurado na parede da sala de estar, ou a um objeto que parece esquecido no meio da decoração.

A iluminação de destaque, como o próprio nome indica, dá importância a um objeto ou ponto do ambiente que merece aquela atenção especial.

Além do uso dos spots, você pode criar esse efeito com fitas de LED ao redor dos móveis, em estantes de livros ou em outros pontos que deseja que se sobressaiam.

Como a temperatura da luz influencia na escolha da iluminação? 

A temperatura da luz de uma lâmpada está relacionada à aparência da luz, ou seja, se sua cor será quente ou fria.

Isso é muito relevante em um projeto de iluminação, já que as cores transmitem sensações e podem até induzir comportamentos.

Luzes quentes, por exemplo, costumam deixar o ambiente mais aconchegante, enquanto luzes frias trazem maior foco e concentração.

Essa temperatura é medida em graus Kelvin (K), e costumam variar de 1.000 K a 10.000 K em lâmpadas. Em ambientes residenciais, o mais comum é que estejam em uma escala de 2.700 K a 6.500 K. 

Não há, no entanto, uma regra sobre qual temperatura de cor utilizar em cada ambiente. É importante avaliar como ele será ocupado e qual sensação você deseja transmitir com a sua escolha.

Lembre-se que é possível ainda combinar diferentes temperaturas em um mesmo espaço. Um quarto com uma iluminação mais aconchegante pode possuir, por exemplo, uma luminária com tons mais frios na mesa de estudo.

Luz fria

Mais utilizada em ambientes que requerem uma visibilidade maior, a luz fria induz ao foco e à concentração, com níveis que variam entre 6.000 e 6.500K. 

Por isso, é recomendada para espaços de trabalho mais intensos ou em que há a necessidade de enxergar melhor. Esse é o caso, por exemplo, da bancada da cozinha ou de escritórios e áreas de estudo.

Luz quente

A luz quente induz ao relaxamento, já que é mais confortável aos olhos e proporciona o descanso da vista. Os níveis mais utilizados para  temperatura da luz quente variam entre 2.700 e 3.500K.

É recomendada para espaços mais aconchegantes e de longa permanência, íntimos ou sociais. Vale, por exemplo, para quartos e salas de estar.

Banner Temperaturas de cor

Como definir a melhor iluminação para cada ambiente? 

Cada espaço da casa é utilizado para uma função e, assim, requer uma iluminação diferente. O escritório, por exemplo, é um local de concentração, enquanto o quarto é utilizado para relaxar. 

No entanto, a definição da melhor iluminação para cada situação passa pela vivência do usuário naquele local específico. A seguir, apresentamos algumas sugestões de composição de luz:

Sala de estar 

Normalmente, a sala de estar é um espaço onde se busca aconchego e conforto. Nesse caso, a iluminação indireta é uma boa aliada para compor um ambiente de longa permanência, principalmente se combinada com luzes quentes.

Se você costuma utilizar a poltrona para ler, por exemplo, por que não criar um cantinho de leitura com um abajur ou com uma coluna?

Sala de jantar 

Quando pensamos em sala de jantar, logo vem à mente a mesa de refeições, objeto mais importante desse espaço. Não à toa, a decoração costuma dar ênfase a esse importante lugar de confraternização.

O mesmo ocorre com a iluminação, que pode destacá-la com a ajuda de lustres e outros tipos de pendentes.

Os spots também podem funcionar para compor a iluminação do ambiente, principalmente se a mesa for retangular e mais comprida. 

Outra sugestão é optar mais uma vez pelas lâmpadas de temperatura de cor quente, que convidam as pessoas a permanecerem no espaço.

Cozinha e lavanderia 

As tarefas domésticas, como preparar os alimentos e lavar roupas, exigem maior atenção e luminosidade para enxergar aquilo que se está fazendo. 

Por isso, a iluminação na cozinha e na lavanderia deve ser mais funcional, e a luz fria ou neutra pode ajudar a transmitir essa sensação.

Muitas pessoas escolhem a luminária de teto pendente para esses espaços, o que pode significar uma boa opção, principalmente se disposta logo acima da bancada da cozinha, oferecendo melhor luminosidade para a área. 

Outra opção, no entanto, é a utilização do plafon, especialmente se a sua cozinha for maior ou mais alongada. Isso porque esse tipo de luminária distribui melhor a luz pelo ambiente sem cansar a vista, o que pode proporcionar uma melhor experiência para quem está cozinhando.

Banheiro 

Considerando a funcionalidade deste espaço, uma sugestão é a combinação de diferentes fontes de luz. 

Se a área do espelho é utilizada para atividades que exigem enxergar detalhes, como se maquiar ou fazer a barba, ela requer uma iluminação uniforme e sem sombras, para que se possa enxergar melhor.

Para isso, uma boa saída é o uso de arandelas ou até LEDs que destaquem espelhos e nichos.

É possível ainda que o seu banheiro tenha uma banheira. Nesse caso, o seu objetivo para esse lugar estará mais voltado ao relaxamento após longos dias

Experimente, então, uma iluminação difusa e suave, que vai trazer aquela sensação de conforto. O plafon pode ser uma boa escolha, se utilizado com luzes de cor neutra.

Quarto 

Tão importante na casa e na vida dos moradores, o quarto merece uma atenção especial. Afinal, uma boa noite de sono pode afetar diferentes aspectos da rotina de uma pessoa, do trabalho às relações sociais.

Para proporcionar uma iluminação mais acolhedora, aposte em luzes difusas e indiretas, com temperaturas de cor baixas. Isso pode ser criado com o uso do plafon, por exemplo.

Os abajures e as arandelas também podem estar presentes aqui, cumprindo a função de iluminação complementar. Eles são aliados no momento de leitura e relaxamento antes de pegar definitivamente no sono.

Diversas pessoas, no entanto, também utilizam o quarto para estudos ou como escritório. Nesse caso, misturar os tipos de iluminação pode ser uma saída, e é possível considerar até uma luminária pendente na área da mesa de trabalho.

Escritório 

É preciso estar desperto e atento nesse espaço da casa, onde os usuários costumam passar muitas horas do seu dia. Para isso, aposte na iluminação direta e nas luzes neutras, que oferecem maior conforto visual e estimulam a concentração sem cansar os olhos.

É indicado posicionar o foco de luz logo acima da mesa de trabalho, por um simples motivo: se a luz vier de trás de você, como pode acontecer caso tenha uma luminária pendente localizada no centro do quarto, ela pode gerar sombra e atrapalhar as suas atividades.

Uma boa opção para esse ambiente é dispor de uma luminária pendente sobre a mesa ou ainda fitas de LED para iluminar prateleiras e estantes de livros.

Área externa 

Se um jardim bem cuidado já garante outro visual para uma casa, isso pode ser potencializado com a ajuda de uma boa iluminação.

Nesse caso, brinque com as luzes externas. Experimente posicionar luminárias entre as plantas para valorizar arbustos e árvores; use spots, arandelas e refletores para criar um jogo de luz e sombras.

No caso da fachada, a segurança é um fator extra para apostar em uma boa iluminação. Posicionar arandelas ao lado da porta de entrada garante maior visibilidade aos moradores, e pode colaborar para a tranquilidade de quem chega à noite.

Se houver um caminho que leve à porta, ele também deve ser iluminado. Para isso, experimente spots embutidos no chão.

Varanda e área gourmet 

Uma boa iluminação na varanda ou área gourmet pode ser um fator decisivo para manter os convidados animados e por muito mais tempo nesse cantinho especial.

Em casos de ambientes externos, experimente utilizar spots para destacar revestimentos e plantas, ou ainda arandelas externas na composição da iluminação.

Caso você tenha bancadas, churrasqueiras e mesas, especialmente em varandas, é possível investir em uma boa luminária pendente. Ela vai destacar a área de confraternização, chamando as pessoas para o encontro.

Varanda gourmet a beira da piscina, decorada com móveis e pendentes da Accord.
Arq. Ao Cubo/ Foto: Poliana Bolqui

Dicas para criar um projeto de iluminação adequado à cada situação 

Agora que você já conhece os diferentes tipos de lâmpadas, de luminárias e iluminação, está na hora de colocar o seu projeto em prática! Confira algumas dicas extras para torná-lo ainda mais especial:

Considere a sustentabilidade e economia de energia 

Um projeto de iluminação com um alto consumo de energia é algo que deve ser evitado. Além de encarecer a conta de luz e causar prejuízo para o meio ambiente, ele pode ser menos prazeroso para os moradores da casa. 

A luz natural deve ser prioridade. Além de ser mais agradável, ela torna o seu projeto mais sustentável a longo prazo. 

A solução é simples: aproveitar os espaços amplos que você tiver disponíveis, além de portas e janelas.

Além disso, opte por lâmpadas de LED, mais econômicas, que requerem menos trocas e são mais seguras.

Faça um levantamento dos pontos que precisam ser iluminados 

Quem fica muito em casa sabe daquele ponto que foi esquecido na hora da decoração. Pode ser um balcão de cozinha mal iluminado, um fundo de armário em que a luz não chega ou um cantinho de leitura sem abajur. 

Para garantir que a sua convivência seja a mais agradável possível, anote os lugares que precisam de iluminação, inclusive aqueles que passam despercebidos em um projeto maior. Isso faz toda a diferença no dia a dia.

Combine as luminárias com o projeto de decoração 

As luminárias podem ser embutidas e ficar discretas no projeto de decoração, chamando mais a atenção para a luz.

Contudo, elas também podem ser um objeto de destaque na decoração. Caso o projeto não seja bem elaborado, a luminária pode acabar destoando do restante do ambiente, e causar estranhamento ou desconforto ao usuário do espaço. 

Entenda o estilo de decoração que você procura e busque harmonizar os móveis com as luminárias e a funcionalidade do espaço, sempre respeitando as vivências e preferências do usuário.

Deixe seu projeto único e funcional com as luminárias Accord!

A Accord pode te ajudar no seu projeto de iluminação. Há mais de 25 anos, a empresa trabalha com o design sofisticado e contemporâneo de luminárias decorativas em madeira.

Os produtos da Accord, além de possuírem design inovador, utilizam o que há de melhor em termos de matéria-prima, traduzindo em produtos de qualidade ímpar, duráveis e confiáveis.

Conheça os modelos de luminárias, como pendentes, plafons, arandelas, abajures e colunas, que combinam técnicas de artesanato à mais alta tecnologia e torne a sua casa ainda mais especial!

Compartilhe o artigo via:

Você pode gostar